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Paulo Guedes indica Bruno Funchal para o Tesouro Nacional, após Mansueto anunciar saída.

Paulo Guedes, afirma estar estudando nomes de dentro e de fora do governo para a substituição de Mansueto

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Paulo Guedes, afirma estar estudando nomes de dentro e de fora do governo para a substituição de Mansueto, secretário do Tesouro Nacional que anunciou que deixará o cargo, mas que ainda deve fazer essa transição planejada para o final de julho.

Paulo Guedes indica Bruno Funchal para o Tesouro Nacional, após Mansueto anunciar saída.
Bruno Funchal, economista e diretor de Programas do ministério da Economia
Foto: Uol Economia

Ainda na tarde de hoje (15), o nome de Bruno Funchal foi confirmado por Paulo Guedes. Bruno Funchal é economista e diretor de Programas do Ministério da Economia e já foi secretário de Fazenda do Espírito Santo, uma das unidades da federação com as contas públicas mais equilibradas e única com nota A no “rating” do Tesouro.

O nome foi divulgado na tentativa de conter as reações negativas que o mercado registrou, após a confirmação do pedido de demissão de Mansueto do Tesouro Nacional.

Mansueto disse estar cansado e que a sua saída é uma decisão difícil em razão do bom relacionamento que tem com o ministro da Economia, Paulo Guedes. Mansueto já havia manifestado intenção de deixar o Tesouro desde o segundo semestre de 2019.

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Em dezembro, Guedes chegou a anunciar que indicaria o secretário para comandar o futuro Conselho Fiscal da República, previsto para ser criado após a aprovação de um novo pacto federativo pelo Congresso Nacional.

Contudo, com a pandemia do novo coronavírus, a discussão sobre o pacto federativo não avançou no Legislativo, e Mansueto resolveu deixar o governo agora. Nesta segunda-feira, ele afirmou que ainda não sabe o que vai fazer em 2021, mas que acena para o setor privado.

Mansueto Almeida também disse que é importante avançar nas reformas tributária e administrativa para conseguir recuperar parte da arrecadação perdida em razão da crise do novo coronavírus.

“O maior desafio do pós-Covid é avançarmos nas reformas estruturais”, disse ele.

Mas afirmou que para ele, chegar a um consenso sobre reformas exige muito debate. “Quando o Congresso não consegue criar o consenso para avançar nas reformas é porque muitas vezes ele não existe na sociedade brasileira.”

fonte: G1 – portal de notícias, Uol Economia e CNN Brasil

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